segunda-feira, 14 de setembro de 2009

"A idade do céu!" - Paulinho Moska

"Não somos mais
Que uma gota de luz
Uma estrela que cai
Uma fagulha tão só
Na idade do céu...

Não somos o
Que queríamos ser
Somos um breve pulsar
Em um silêncio antigo
Com a idade do céu...

Calma!
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu...

Não somos mais
Que um punhado de mar
Uma piada de Deus
Um capricho do sol
No jardim do céu...

Não damos pé
Entre tanto tic tac
Entre tanto Big Bang
Somos um grão de sal
No mar do céu...

Calma!
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu
A mesma idade
Que a idade do céu...

A mesma idade
Que a idade do céu..."

"Tocando em frente" - Música

"Ando devagar porque já tive pressa e levo esse sorriso, porque já chorei demais.

Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei, eu nada sei.

Conhecer as manhas e as manhãs,o sabor das massas e das maçãs, é preciso amor pra poder pulsar,é preciso paz pra poder seguir, e é preciso a chuva para florir.

Sinto que seguir a vida seja simplesmente conhecer a marcha, ir tocando em frente como um velho boiadeiro levando a boiada, eu vou tocando os dias pela longa estrada, eu vou, de estrada eu sou.

Conhecer as manhas e as manhãs, o sabor das massas e das maçãs, é preciso amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder seguir, é preciso a chuva para florir.

Sinto que seguir a vida seja simplesmente conhecer a marcha, ir tocando em frente.

Cada um de nós compõe a sua história,e cada ser em si carrega o dom de ser capaz,de ser feliz..."

Compositores: Zé Ramalho e Almir Satter.

"Um pequeno detalhe..."

Aquele globo terrestre era uma daquelas peças que a gente tem em casa e não sabe o que fazer com ela. Minha filha ganhara há uns dez anos e na época foi muito apreciado, era lindo...maior que uma bola de futebol e tinha um detalhe: quando aceso servia como abajour. Mesmo assim, não era muito útil, pois todo o tempo era colocado em vários lugares, no quarto das crianças, na mesa do telefone e finalmente foi parar em cima do piano na sala, e ali ficou praticamente esquecido. Certa noite aquele canto da sala estava sem luz e então eu tive a idéia de acender o globo e usá-lo como abajour. Várias pessoas da casa passaram por ali e comentaram: -Até que ficou bonito... Minha neta, com 9 anos, como quase todas as crianças de sua idade, não teem tempo para reparar alguma coisa, passando pela sala fez este comentário: -Vovó, dá este globo para mim? Ele assim iluminado dá para ver o mundo melhor e assim eu posso estudar e saber onde estão os países e onde moram as pessoas. Aquele globo ficou dez anos ignorado, bastou acender uma luz dentro dele para que todos, mesmo uma criança visse a sua beleza e descobrisse o seu valor. Se acendermos a nossa luz interior, com certeza o mundo ficará mais bonito!

Escrito por: Magali Teixeira Rodrigues.

OBS: A criança sou eu! Essa crônica foi escrita pela minha avó Magali!

Primeiro!

Resolvi montar um blog pra mim!
Vou postar músicas, mensagens e fotos dos momentos marcantes da minha vida!

Beijos...